terça-feira, 10 de março de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
FRANGO: Demanda reage e interrompe quedas da carne
FRANGO: Demanda reage e interrompe quedas da carne
O movimento de queda nos preços da carne de frango foi interrompido neste começo de fevereiro, na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea

O impulso vem do maior consumo, devido ao período de início de mês (recebimento de salários) e à volta às aulas. Em janeiro, as menores exportações reforçaram as baixas nas cotações praticadas no mercado interno.
Os embarques brasileiros de carne de frango in natura totalizaram 247,5 mil toneladas no último mês, fortes recuos de 20,7% frente a dezembro/14 e de 8,3% em relação a janeiro/14, segundo a Secex.
Seca já derruba produtividade de soja em MT
Seca já derruba produtividade de soja em MT
Os produtores de soja de Mato Grosso começam a ver o estrago que a seca de outubro --que atrasou o plantio em 20 diasestá provocando na produtividade

A situação ficou ainda mais complicada porque o mês de janeiro voltou a registrar pouca chuva em várias das regiões do Estado.
O resultado é que a produtividade, prevista inicialmente em 52,4 sacas por hectare, não deverá ser conseguida.
Com 17% da área colhida, o resultado que as máquinas apontam é o de uma produtividade média de 51 sacas.
Ricardo Tomczyk, presidente da Aprosoja (associação dos produtores de soja e de milho em Mato Grosso), diz que o estrago é grande, mas que ainda é cedo para definir números de produção e de perda de renda por parte dos produtores.
Apesar de a Aprosoja não fazer essas estimativas, é possível prever que os 27,9 milhões de toneladas esperados para 2014/15 não devem ser atingidos.
A área plantada foi de 8,87 milhões de hectares e, se considerada a produtividade média de 51 sacas até o final da colheita, a produção do Estado pode perder acima de 500 mil toneladas.
Tomczyk destaca dois problemas que preocupam. Um deles é que a produtividade está com tendência de queda, e pode terminar a safra com um volume ainda menor de sacas por hectare.
Outro é que a quebra de safra não é linear. Alguns produtores até vão ter colheita normal, mas boa parte terá forte redução na produção.
Esses últimos vão ter sérias consequências financeiras porque esta safra foi semeada com os maiores custos da história, segundo o presidente da Aprosoja.
A situação no setor só não é pior porque o produtor tem a salvaguarda do dólar, diz Tomczyk. A moeda norte-americana a R$ 2,74 ainda dá competitividade ao setor.
Mesmo com o atraso na colheita de soja, os produtores vão fazer a segunda safra, plantando milho. Isso porque os preços reagiram neste início de ano.
Mas o plantio deverá ser feito em área menor do que a prevista e com a utilização de menos tecnologia. O resultado será uma produtividade abaixo do que a dos anos anteriores, acredita o presidente da associação dos produtores de soja e de milho.
Líder A produção de grãos dos Estados Unidos está basicamente localizada no Meio-Oeste. A maior fonte de renda das exportações norte-americanas do setor agropecuário vem, no entanto, da diversificada Califórnia.
Industrialização Sem uma produção destacada de grãos, o Estado consegue reunir inovação e industrialização. O resultado são vendas externas de US$ 19,5 bilhões no setor agrícola em 2013. Esse desempenho coloca a Califórnia com vantagem de 91% em relação ao segundo colocado.
Produtores de 99 municípios de MT podem usar benzoato de emamectina
Produtores de 99 municípios de MT podem usar benzoato de emamectina
Agrotóxico é usado para controle da lagarta Helicoverpa armígera Somente municípios em áreas de emergência fitossanitária podem solicitar

Produtores de 99 municípios de Mato Grosso poderão fazer o pedido de habilitação para uso emergencial de produtos com o princípio ativo benzoato de emamectina para controle da lagarta Helicoverpa armígera. A autorização foi divulgada pela Instrução Normativa nº 008/2015 pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) no diário oficial do estado no dia 30 de janeiro.
A medida considerou a prorrogação do estado de emergência fitossanitária por meio da Portaria n° 1.131, de 9 de dezembro de 2014, relativo ao intensivo ataque da praga no estado, declarado pela Portaria MAPA n° 32, de 13 de janeiro de 2014. A portaria do Ministério também enumera quais são os municípios que podem solicitar o uso do agrotóxico.
A apresentação do requerimento deve ser feita por um responsável técnico da propriedade, na unidade local do Indea do município a que pertence a lavoura, quando constatada a presença da lagarta. O responsável deve ser o profissional legalmente habilitado para exercer condução da área de cultivo que possui contrato de prestação de serviços técnicos agronômicos ou Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) registrado junto ao CREA-MT.
Na iminência de infestação da Helicoverpa, o produtor ou responsável técnico de áreas de cultivo localizadas em municípios que não constam na relação da portaria do Mapa devem encaminhar o pedido à Superintendência Federal de Agricultura (SFA/MT) do Ministério, para as providências necessárias para decretação da emergência fitossanitária.
Segundo a portaria do Indea, somente após a decretação da emergência fitossanitária do município em que se localiza a área de cultivo, esta estará apta a receber o Benzoato de Emamectina.
Estados Unidos registram queda nas exportações de milho e soja
Estados Unidos registram queda nas exportações de milho e soja
Volume negociado do cereal foi 12% menor e o da oleaginosa caiu 35% em relação à semana anterior
Os Estados Unidos exportaram um volume 12% menor de milho da safra 2014/2015 entre os dias 23 e 29 de janeiro, na comparação com o período anterior. A informação está em relatório semanal divulgado nesta quinta-feira (5/2) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O volume negociado foi de 844,9 mil toneladas, volume também abaixo da média das últimas quatro semanas. Os principais destinos foram México (297 mil toneladas), Colômbia (158,4 mil) e Coreia do Sul (116,1 mil).
O USDA registrou ainda vendas de 7,6 mil toneladas de milho da safra 2015/2016 para o México.
Soja
As exportações de soja referentes à safra 2014/2015 foram de 489,7 mil toneladas. O volume é 35% menor que o da semana anterior e 27% abaixo da média das últimas quatro semanas. China (225 mil toneladas), Turquia (81,8 mil) e Japão (81,4 mil) foram os principais destinos.
Já entre os derivados, no farelo de soja referente à safra 2014/2015, foram registrados negócios com 296,3 mil toneladas, estabilidade em relação à semana anterior, mas aumento de 72% em relação à média das últimas quatro semanas.
As vendas externas de óleo de soja da safra 2014/2015 chegaram a 15,1 mil toneladas. O volume significa um aumento de 43% em relação à semana anterior, mas queda de 31% em relação à média das últimas quatro semanas.
O USDA registrou ainda vendas de 7,1 mil toneladas de soja em grão referente à safra 2015/2016 para o Japão.
Apesar das chuvas, desenvolvimento das lavouras de feijão é bom no RS
Apesar das chuvas, desenvolvimento das lavouras de feijão é bom no RS
A colheita da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul foi prejudicada pelo farto volume e pela frequência de precipitações ocorridas nos períodos anteriores, o que deixou o solo muito úmido, dificultando a retirada dos grãos. Apesar disso, não foram constatadas perdas em função da umidade excessiva.
Atualmente, 51% do total semeado com feijão no Estado já foram colhidos. Conforme informações divulgadas pela Emater/RS-Ascar nessa quinta-feira (29.01), a perspectiva é de boa produtividade final e de boa qualidade comercial do produto colhido.
Nesse momento, as lavouras de feijão apresentam bom desenvolvimento em função da umidade no solo e da temperatura elevada. Na região da Serra gaúcha, nas áreas de clima mais quente, as plantações estão em formação de grãos e início de colheita. Na região mais alta (Campos de Cima da Serra), a cultura está em estágio final de florescimento e formação de grãos.
A segunda safra de feijão segue sendo implantada, com pequena tendência de aumento de área em algumas regiões. Nas pequenas áreas de cultivo familiar da grande Região Metropolitana, o plantio da segunda safa já está concretizado em aproximadamente 50% da área esperada (130 hectares). Os produtores prosseguem as atividades de plantio paralelamente à colheita do fumo. Nessa região, também as boas condições de umidade do solo e as temperaturas elevadas são favoráveis à cultura. O produto da safrinha da agricultura familiar é destinado principalmente ao autoconsumo da propriedade.
Mantendo a tendência de alta no Rio Grande do Sul, o preço médio da saca de 60 kg do feijão preto chegou a R$ 129,90, o que representa um aumento de 2,77% em relação à semana anterior, estando 25% acima do valor da média histórica geral de cinco anos, mas 9% abaixo da média de preço do ano passado neste mesmo período.
Nesse momento, as lavouras de feijão apresentam bom desenvolvimento em função da umidade no solo e da temperatura elevada. Na região da Serra gaúcha, nas áreas de clima mais quente, as plantações estão em formação de grãos e início de colheita. Na região mais alta (Campos de Cima da Serra), a cultura está em estágio final de florescimento e formação de grãos.
A segunda safra de feijão segue sendo implantada, com pequena tendência de aumento de área em algumas regiões. Nas pequenas áreas de cultivo familiar da grande Região Metropolitana, o plantio da segunda safa já está concretizado em aproximadamente 50% da área esperada (130 hectares). Os produtores prosseguem as atividades de plantio paralelamente à colheita do fumo. Nessa região, também as boas condições de umidade do solo e as temperaturas elevadas são favoráveis à cultura. O produto da safrinha da agricultura familiar é destinado principalmente ao autoconsumo da propriedade.
Mantendo a tendência de alta no Rio Grande do Sul, o preço médio da saca de 60 kg do feijão preto chegou a R$ 129,90, o que representa um aumento de 2,77% em relação à semana anterior, estando 25% acima do valor da média histórica geral de cinco anos, mas 9% abaixo da média de preço do ano passado neste mesmo período.
Fortalecimento da Agricultura Familiar através do PRONAF
Fortalecimento da Agricultura Familiar através do PRONAF
“Com a experiência que tenho no campo e a assistência técnica, minha produção pode crescer ainda mais”, afirma agricultora do DF

Os morangos produzidos pela família de Natividade Bezerra da Silva, 43 anos, ganharam a mesa dos brasilienses. A experiência no cuidado com a terra – herdada dos pais, também agricultores – somada aos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) fez com que a produção conquistasse o mercado da capital do País.
Com maior acesso ao conhecimento, que veio junto com o crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Natividade ganhou mais segurança para produzir. “O técnico de Ater acompanha nossa produção, conversa conosco sobre como plantar, que adubo usar, quando colher... É um benefício muito importante para quem vive no campo”, conta.
Os técnicos, também chamados de extensionistas, vão até às propriedades rurais para trocar experiências com os agricultores sobre planejamento e modernização dos processos de produção, do plantio à colheita. “Nossa função é ajudar os trabalhadores rurais a produzir de forma segura e moderna. Durante o processo, existe uma troca de experiência e conhecimento entre o agricultor e o profissional. Assim, não existe dependência”, explica o engenheiro agrônomo e extensionista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), André Müller.
Com a produção a todo vapor, a agricultora planeja, agora, adquirir uma picape, para transportar as frutas de Brazlândia, no Distrito Federal, até os pontos de comercialização. “Me sinto mais segura em trabalhar, com o apoio de um profissional. Com a experiência que tenho no campo e a assistência técnica, minha produção pode crescer ainda mais”.
Desde 2013, 50% dos serviços de Ater devem ser destinados às mulheres rurais.
Ater
Desde 2003, o Ministério do Desenvolvimento Agrário fortalece o serviço de Ater para torná-lo cada vez mais democrático e gratuito, oferecendo novas ferramentas para potencializar, de forma sustentável, o desenvolvimento fora da área urbana. O resultado é maior geração de renda e segurança alimentar, além de melhores condições de vida para quem produz e para quem consome os alimentos.
Nos últimos quatro anos, o serviço foi diversificado e ampliado. Para atender melhor às demandas de públicos específicos, foram criadas assistências técnicas direcionadas para: Inovação, Gestão, Quilombola, Indígena, Plano Brasil Sem Miséria, Sustentabilidade, Agroecologia, Aquicultura e Pesca artesanal, Diversificação da cultura do Tabaco, Juventude rural, Territórios da Cidadania, dentre outros.
Em 2014, o Governo Federal atingiu maior cobertura de assistência técnica na história da reforma agrária. 79% dos assentamentos criados entre 2011 e 2014 têm Ater garantida para o próximo período.
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